Os BRT da Normandy

Última empresa à entrar no Consórcio BRT, a empresa apostou nos ônibus de 23 metros.

Normandy 002O Consórcio BRT, formado pelas empresas que operam os corredores da cidade (TransOeste, TransCarioca, TransOlímpica e – futuramente – o TransBrasil), desde o mês de Abril conta com uma nova integrante: a Viação Normandy do Triângulo, originalmente do Consórcio Transcarioca, passou a operar nos corredores de alta capacidade. A aposta da empresa foi nos ônibus de 23 metros – o que será padrão de agora em diante – fabricados pela Marcopolo, com carroceria Viale BRT e equipado com chassi Mercedes Benz O-500MDA, de 354 cavalos.

As 44 unidades adquiridas foram espalhadas pelas “Trans”, mas neste período de Jogos Olímpicos, os ônibus foram destinados aos serviços especiais criados para atender aos espectadores da região do Parque Olímpico da Barra e do Complexo de Deodoro.

Normandy 001

BRT da Normandy na linha especial Centro Olímpico x Jardim Oceânico (Semi-Direto), do lote 0 da TransOeste. A linha opera com intervalos de 60 segundos e só conta com 2 paradas intermediárias (Barra Shopping e Bosque de Marapendi)

As linhas Centro Olímpico x Jardim Oceânico (Semi-Direto) – do Lote 0 da TransOeste, Centro Olímpico x Vicente de Carvalho (Semi-Direto) – da TransCarioca, e Vila Militar x Recreio – da TransOlímpica, só estão acessíveis, segundo a Secretaria Municipal de Transportes, à quem possuir o Cartão dos Jogos Rio 2016, embora o Portal Flumibuss constatou que em algumas estações dos BRT, não foi preciso apresentar o mesmo. Após os Jogos, parte dos BRT’s serão destinados à TransOlímpica, que liga o Recreio (Terminal Salvador Allende) à Vila Militar, passando pela Via Tancredo Neves (nome oficial da TransOlímpica) e pelos conjunto de túneis Cauby Peixoto e Nelson Carneiro, que ligam Curicica à Sulacap.

Confira abaixo uma galeria com alguns dos BRT da empresa
(Para visualizar em tamanho maior, basta clicar na imagem)

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Esta entrada foi publicada em Consórcio Transcarioca, Viação Normandy. ligação permanente.

Uma resposta a Os BRT da Normandy

  1. Sou carioca (nascido em Bonsucesso e criado em Realengo), mas há 15 anos vivo em Curitiba. Uma das primeiras coisas que conheci em Curitiba foi o sistema de transporte massivo (RIT) com os bi-articulados, ligeirinhos e estações-tubo. Integrações e etc… Logicamente, “logo de cara”, me apaixonei pelo sistema. E sonhava com um sistema similar para o RJ. E naos depois, com muita satisfação vi o BRT sair do papel e entrar na vida do carioca. E em 2012 não me contive e fui ao RJ para conhecer o Transoeste (esta experiência até foi motivo de post no meu blog). O BRT é um sistema que funciona bem, quando em conjunto com outros massivos. O RJ tem os sistemas em trilhos que “casam” com esse ideal. Aqui em Curitiba, apesar de não termos sistemas de massa em trilhos, o sistema (apesar de ultrapassado em comparação com outros, como o próprio BRT-Rio, o Transmilênio, MOVE e outros…) foi criado em 74 e veio se adequando à cidade. Mas, necessita de upgrades urgentes (estações tubo antigas, . Agora no RJ eu estou cada vez mais feliz com a imensa mudança nos sistemas de transportes. Advento do BRT, VLT, expansão do metrô e modernização da SuperVia. Ainda falta muito, é verdade, mas já é um grande, imenso, e que “baita” mudança. Para mim, que trabalhava na rua, usando ônibus e vans para cima e para baixo, ver hoje, uma viagem entre Sulacap e Alvorada em 30 minutos… É UTOPIA!!! Só queria que o vandalismo que hoje existe (e é grande!) tanto no BRT como nos trens, fosse menor.

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