Possíveis mudanças no trio Graças, Verdun e Transurb a caminho

A mudança mais sentida será a absorção da Verdun pelas outras duas irmãs

Passageiros da Viação Verdun poderão notar uma mudança radical nos próximos meses. É porque nesta quarta-feira iniciou importantes mudanças na empresa sediada em Água Santa, Zona Norte do Rio. As duas outras empresas que compõem o grupo (a Transurb e a Nossa Senhora das Graças) assumiram nesta última quarta-feira a direção da empresa e foi acertado que ambas as empresas absorverão a Verdun.

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A previsão é que até o final do primeiro trimestre de 2018, as linhas da Verdun estejam com a Transurb e a Nossa Senhora das Graças

Em princípio, a Nossa Senhora das Graças absorverá as linhas 238 (Água Santa x Castelo – via Grajaú/Estácio/Lapa) e 455 (Méier x Copacabana – via Aterro), enquanto que a Transurb ficará com as linhas 239 (Água Santa x Castelo – via Av. Marechal Rondon) e 247 (Camarista Méier x Passeio/Cinelândia – via Lapa), podendo sofrer alterações com o passar do tempo. Como o processo envolverá diversos trâmites burocráticos, tais como a troca de registro na carteira de trabalho de motoristas, fiscais e despachantes, renumeração de ônibus, a previsão é que as primeiras mudanças efetivas sejam percebidas a partir do final do primeiro trimestre de 2018.

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Com as mudanças previstas, a Transurb passa a ser uma das únicas empresas, juntamente com a Expresso Recreio à operar em praticamente todas as regiões da cidade.

A decisão de fechar a Viação Verdun não é de agora. Segundo fontes ouvidas, o mandatário da empresa, Davi Barata, já queria encerrar as atividades da empresa, transferindo as operações para as outras empresas há pelo menos dois anos. Especula-se que em nome da Viação Verdun, haja mais de 1000 processos.

Em resposta publicada no Twitter, a Rio Ônibus alega que a empresa não fechou as portas diante da crise, que segundo eles coloca em risco outras 11 empresas da cidade e que a mesma opera regularmente. Mas, em consulta ao site do sindicato, o nome da Verdun não aparece mais na relação das empresas do Consórcio Internorte. Um pouco ‘contraditório’.

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Coesa renova sua frota urbana após 4 anos

A aposta da empresa gonçalense foi no urbano ‘New’ Torino, produzido pela Marcopolo.

1-P1360539A Coesa Transportes, operadora de linhas que ligam a região da Trindade e Alcântara, em São Gonçalo, com o Centro do Rio e a Grande Tijuca, está recebendo e pondo para circular, desde o início do mês, novos ônibus urbanos, após um hiato de 4 anos de renovações do setor urbano. O modelo escolhido foi o ‘New’ Torino, produzido pela Marcopolo de Xerém, em Duque de Caxias (Baixada Fluminense). Atendendo às normas do Detro, que revogaram a permissão para que ônibus com mais de 12m possam circular sem cobrador, os 30 novos ônibus vieram equipados com o chassi OF-1721 com suspensão pneumática e no padrão de 11,5m – o que é comum em relação aos outros urbanos da empresa.

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Os novos ônibus da Coesa contam com suspensão pneumática, que garante maior conforto durante as viagens.

Os novos ônibus da empresa vêm com paineis eletrônicos da Mobitec, além de ar-condicionado produzido pela Spheros e elevador para portadores de necessidades especiais produzido pela FOCA-Braun.

Os carros estão circulando em todas as linhas urbanas da empresa, a saber:

  • 110 – Trindade x Passeio (via Riachuelo)
  • 423 – Trindade x Vila Isabel – até Grajaú (via Saens Peña)
  • 426 – Trindade x Estácio (via Central)
  • 428 – Trindade x Vila Isabel – até Grajaú (via UERJ)
  • 535 – Alcântara x Estácio (via Tiradentes)
  • 545 – Alcântara x Candelária (via Praça Mauá)

E o sistema de embarque é parecido com a de um ônibus rodoviário, com o embarque e desembarque sendo feito pela porta dianteira, sendo a porta do meio utilizada somente em casos de que o ônibus esteja muito cheio, a fim de agilizar o desembarque.

Confira mais fotos!

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Santa Teresa recebe novos micro-ônibus com ar

A Transurb, operadora exclusiva no bairro, destina as novas unidades à linha 006, que vai para o Centro financeiro do Rio.

1-P1360672A Transurb, integrante do Consórcio Intersul e única a operar no tradicional e boêmio bairro de Santa Teresa, na área central do Rio, apresentou aos passageiros da linha 006, que liga a região do Silvestre (subida para o Cristo Redentor) à do Castelo, no Centro do Rio, 8 novos micro-ônibus. Tratam-se de 8 micro-ônibus modelo Thunder+, fabricados pela Neobus e montados sobre o chassi LO-916 da Mercedes Benz.

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Novos micro-ônibus da Transurb oferecem maior conforto para as estreitas ruas de Santa Teresa.

Os micro-ônibus vieram com letreiros eletrônicos fabricados pela FRT, na cor âmbar, aparelhos de ar-condicionado da Spheros, além de possuírem elevador para portadores de necessidades especiais, fabricados pela empresa FOCA-BRAUN, referência no segmento.

A Transurb está com 78% de sua frota refrigerada, restando somente os micro-ônibus que circulam nas linhas de Santa Teresa para serem substituídos por ônibus com ar-condicionado. Mas quem utiliza das linhas da empresa tem se queixado da ausência do ar-condicionado, isso quando não está ligado. Enquanto a empresa não corrige este problema, ninguém sabe o destino.

Vejam mais fotos:

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ESPECIAL: Sete anos do Portal Flumibuss contado por sete ônibus diferentes

O Portal Flumibuss, neste dia 10, completa 7 anos de lançamento. São 7 anos mostrando para você as melhores notícias sobre mobilidade urbana fluminense. E para comemorar, nesta matéria especial, o site contará a história de 7 ônibus diferentes, contando a partir de 2010, que marcaram cada ano de atividade do site.

2010 – o lançamento da pintura padronizada:

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A Litoral Rio foi uma das primeiras à trazer os ônibus já com a padronização imposta pela SMTR da era Eduardo Paes. Hoje em dia, estes ônibus estão num nível de conservação bem pior que há 7 anos atrás.

Em 2010, a Prefeitura do Rio realizou a primeira licitação para o transporte público da cidade. A promessa era de melhorias na cidade, com retirada dos ônibus em excesso da Zona Sul e destiná-los à Zona “Noroeste” da cidade (Bangu, Campo Grande, Santa Cruz). O processo licitatório contou com grupos de outras cidades brasileiras e até de outros países (França, por exemplo), mais as próprias empresas que já operavam na cidade. Porém, não se sabe o que houve exatamente para desqualificar as empresas “forasteiras”. O resultado foi que as mesmas empresas que já operavam há anos venceram nas 4 Redes de Transportes Regionais (RTR’s). Houve impedimento para empresas que estivessem inadimplentes, o que acarretou na mudança de nomes da Ocidental (Rio Rotas), Amigos Unidos (Translitorânea), Breda Rio, Via Rio e Autodiesel (as três formaram a City Rio, porém depois foi recriada a Via Rio), além da Erig (que virou Gire).

A Litoral Rio foi uma das primeiras empresas a adquirirem ônibus zero quilômetro já com a pintura padronizada, desenvolvida por Carlos Ferro, de SP, e adquiriu cerca de 25 ônibus fabricados pela Marcopolo (já que outros ela havia adquirido com a pintura original). Foram destinados à praticamente todas as linhas da empresa. Sete anos depois, uma grande parte destes carros está parada na garagem, supostamente servindo como almoxarifado para ajudar os ônibus que estão circulando, e a empresa passa por sérias dificuldades financeiras, tais como a tomada de carros pelos bancos financiadores. Atualmente, a Litoral Rio está com uma frota de 125 ônibus para 7 linhas (380, 390, 600, 601, 611, 859 e 880).

2011 – os primeiros ônibus de piso-baixo pós-licitação:

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Um dos pisos-baixos adquiridos pela Translitorânea. O que seria motivo de orgulho para cidade, anos depois virou motivo de dor de cabeça para a empresa, culminando no seu fechamento.

O ano de 2011 ficou marcado pelo que seria o início das grandes melhorias no sistema de ônibus do RJ. A Translitorânea Turística, que é a antiga Transportes Amigos Unidos, comandada por Álvaro Rodrigues Lopes, adquiriu impressionantes 135 ônibus de piso-baixo para atender as linhas operadas pela empresa. Montados sobre o chassi Scania, os ônibus impressionavam pelo futurismo. Mas passaram os anos, estes carros começaram a ser tomados pelo banco por conta do calote dado pelo diretor da empresa, o que culminou com o fechamento da empresa. Posteriormente, os carros que sobraram foram passados para outras 3 empresas do grupo (Rio Rotas, Algarve e Via Rio). As três fecharam as portas. Seria uma maldição?

2012 – Transoeste, o primeiro BRT da cidade:

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Um dos BRT’s adquiridos para a TransOeste, da Expresso Pégaso. Hoje em dia, há muitas queixas sobre superlotação, falta de ar-condicionado e calotes. O que poderia ser uma verdadeira salvação para melhorar o transporte da Zona Oeste, se transformou em dor de cabeça.

Visando a Copa do Mundo de 2014, em 2010 o prefeito (à época) Eduardo Paes lançou a pedra fundamental para implantação do primeiro dos 3 corredores BRT’s que funciona atualmente,  a TransOeste. Com 56km, atualmente, a primeira etapa do corredor foi inaugurada em Junho de 2012, com 9 estações apenas e o Túnel da Grota Funda, que foi batizado com o nome do ex-vice-presidente José Alencar. Porém, com o passar dos meses, as linhas que seguiam da região de Bangu, Campo Grande e Santa Cruz foram todas eliminadas ou reduzidas para as estações Magarça ou Mato Alto, forçando assim, o uso do BRT, o que causou (e ainda causa) superlotação – queixa recorrente dos passageiros. O trecho Campo Grande x Curral Falso foi totalmente entregue somente em 2013. Ali que está concentrado a maior parte dos casos de calote no sistema (empatando com o trecho do BRT TransCarioca entre Olaria e o Fundão). O chamado “Lote 0” da TransOeste foi entregue para a população somente no final do ano passado, depois de servir durante as Olimpíadas somente para quem tinha ingressos dos Jogos.

2013 – os piso-baixo da São Silvestre e Vila Isabel:

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Um dos ônibus de piso-baixo que seriam destinados ao Metrô na Superfície, mas que foram destinados às linhas normais da São Silvestre e Vila Isabel. 

Em meio à crise na Translitorânea, a primeira a trazer ônibus de piso-baixo, a Transportes São Silvestre e a Transportes Vila Isabel surpreenderam ao trazer 40 ônibus de piso-baixo, sendo 20 para cada empresa. Montados sobre o chassi Mercedes Benz, os ônibus foram os primeiros à atender oficialmente o decreto que proibia a aquisição de ônibus sem ar-condicionado. Mas inicialmente, estes ônibus seriam destinados para renovar a frota do serviço Metrô na Superfície, mas em comum acordo, as duas optaram em destinar as linhas convencionais. Passados 4 anos, estes ônibus continuam circulando, mas, em ambas as empresas, já não contam mais com a figura do cobrador.

2014 – o ônibus-elétrico que não passou no teste

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2014, ano de Copa do Mundo, e na tentativa de oferecer um transporte dito “confortável” para torcedores, a Prefeitura do Rio, em parceria com a Rio Ônibus e a Fetranspor (sindicatos patronais) trouxe para testes um ônibus-elétrico que rodou pela Matias, na linha 249 – Água Santa x Carioca. O ônibus ficou em teste por 60 dias, mas não obteve os resultados esperados para implantar no resto da cidade.

2015 – O início do fim do “Grupo Breda”

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A Via Rio foi uma das 4 empresas que fecharam em 2015, começando assim, o “colapso” no sistema de transporte do RJ, contestado pela Rio Ônibus e que a Prefeitura do Rio  não sabia como lidar.

Passado a Copa do Mundo, vinha mais um evento pela frente: As Olimpíadas. Mas a situação das empresas de ônibus do RJ começava a apresentar sinais de piora. Somente em 2015, 4 empresas fecharam as portas, na ordem: Rio Rotas e Andorinha (Março), Translitorânea (Maio) e Via Rio (Novembro). Em todas as empresas, houve greve dos rodoviários, que impediu a saída dos ônibus, no entanto, somente a Via Rio foi cassada pela Prefeitura. As linhas posteriormente foram assumidas pelos Consórcios e repartidas entre as empresas consorciadas.

2016 – Mais empresas fechando e os piso-baixo da Transurb:

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Piso-baixo da Transurb, os primeiros adquiridos pelo Grupo Guanabara no RJ, que ficou com a fama de comprar somente ônibus com motorização dianteira.

O ano das Olimpíadas chegou e a Crise nos Transportes só agravou. Em 2016, mais 2 empresas fecharam as portas: Algarve e Bangu. Foi a oportunidade para que empresas como a Expresso Recreio e Transportes Barra crescerem na área de atuação. Enquanto isso, a Transurb surpreendia a todos e comprava os seus primeiros ônibus de piso-baixo. Porém, nos bastidores, comenta-se que a aquisição deles foi uma “moeda de troca”. Pois a Secretaria Municipal de Transportes havia reduzido a linha 422 para o Largo do Machado e, como contrapartida ao retorno da linha ao Cosme Velho, foi condicionado a aquisição dos ônibus de piso-baixo. Posto isto, a empresa adquiriu 20 unidades que estão circulando até hoje.

E 2017? Pois bem, 2017 ainda está em curso, mas já aconteceu muitas coisas. O resumo de tudo o que aconteceu no ano vem em Dezembro. O Portal Flumibuss agradece à cada um dos leitores que está conosco até hoje e espera poder somar mais em prol de uma mobilidade urbana melhor!

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Os Apache curtos da Pendotiba intermunicipal

Atendendo as novas regras do Detro, que revogaram a permissão de ônibus longos sem cobrador, a empresa renova parte de suas linhas intermunicipais.

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Um dos novos ônibus em circulação

A Viação Pendotiba, empresa sediada em Niterói, pôs em circulação nas últimas semanas de Setembro, 10 novos ônibus na frota intermunicipal da empresa, que liga a Região Oceânica de Niterói ao Centro do Rio. Tratam-se de 10 ônibus modelo Apache Vip, produzido pela CAIO Induscar. A principal novidade fica por conta do chassi, o OF-1519 da Mercedes Benz. A mudança para um chassi menor se deve ao fato de que o Departamento de Transportes Rodoviários (DETRO) revogou o decreto que permitia o uso de ônibus de 12 à 12,6m sem a presença do cobrador.

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Os novos ônibus intermunicipais vieram com tamanho menor em relação aos demais da frota, devido à revogação do decreto do DETRO que permitia o uso de ônibus grandes sem cobrador.

Os novos ônibus da Pendotiba vieram equipado com os novos letreiros da FRT, que permitem a inclusão de animações nas transições de mensagem (veja no final da publicação um vídeo demonstrando). Além disto, vieram equipados com o ar-condicionado da Spheros e elevador para portadores de necessidades especiais na porta traseira. Outros 20 novos ônibus estão aguardando para estrearem nas linhas municipais da empresa.

Outras fotos dos Apache da Pendotiba:

Vídeo de demonstração dos novos letreiros FRT:

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O serviço “Expresso” da Nossa Senhora do Amparo

Criado numa tentativa de reduzir os índices de assalto aos ônibus da empresa, a avaliação dos primeiros dias não é dos melhores

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Folder de divulgação do serviço Amparo Expresso. Divulgação: Lei Seca Maricá

A Viação Nossa Senhora do Amparo, de Maricá – no Leste Fluminense, iniciou no último dia 15 o novo serviço intitulado “Amparo Expresso”. Trata-se de uma versão mais rápida do serviço convencional que liga Maricá ao Centro do Rio, contando com apenas 10 paradas ao longo do trajeto que são:

  • Praça 5
  • Churrascaria Maminha de Ouro
  • Condomínio Elisa
  • Condomínio Bosque de Itapeba
  • Lagoa do Marine
  • Passarela de São José do Imbassaí
  • Condomínio Manu Manuela
  • UPA de Inoã
  • SPAR – entrada de Santa Paula
  • Aeroporto Santos Dumont
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Um dos ônibus utilizados no serviço Expresso da Amparo.

Em entrevista ao site Lei Seca Maricá, o assessor jurídico da empresa – Rogério Felício, explica que os horários do Expresso foram inseridos à grade normal da linha Maricá x Castelo e que por ser um serviço experimental, as demais linhas da empresa (2578/590R – Ponta Negra x Castelo e 4146/6146D – Itaipuaçu x Castelo) ainda não tem previsão de receber o serviço.

Só que hoje o Portal Flumibuss esteve entre 15:00 e 16:00 no ponto final da empresa no Terminal Menezes Cortes, no Castelo, para verificar a aceitação dos passageiros à linha e verificou que nos 2 horários – 15:00 e 16:00 – os dois ônibus saíram com menos de 10 passageiros, sendo que no horário de 16:00 saiu com nenhum passageiro. A promessa era que com a adoção do serviço Expresso, houvesse também uma redução no número de assaltos na linha, já que toda semana há relatos de assaltos nos ônibus da empresa – principalmente no INTO e em Rio do Ouro (já em São Gonçalo).

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Os horários de saída do Amparo Expresso:

Sentido Castelo:

  • 05:00 (TA)
  • 06:00 (TA)
  • 07:00 (TA)
  • 08:00 (TA)
  • 09:00 (TA)
  • 11:00 (TA)
  • 13:00 (TA)
  • 15:00 (TA)
  • 16:00 (TA)
  • 17:00 (TA)
  • 18:30 (TA)
  • 19:30 (TA)
  • 19:30 (TA)

Sentido Maricá:

  • 07:00 (TA)
  • 08:30 (TA)
  • 09:30 (TA)
  • 11:00 (TA)
  • 13:00 (TA)
  • 15:00 (TA)
  • 16:00 (TA)
  • 17:00 (TA)
  • 18:00 (TA)
  • 19:00 (TA)
  • 20:10 (TA)
  • 21:10 (TA)
  • 21:10 (TA)

Do Rio de Janeiro com informações de Lei Seca Maricá, Gabriel Petersen Gomes

 

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Os Vip’s com suspensão pneumática da Ideal

Prosseguindo na sua renovação de frota, a empresa insulana se aproxima cada vez mais da climatização total.

1-P1350101 A Viação Ideal, tradicional empresa da Ilha do Governador, apresentou para seus passageiros na última semana mais 10 novos ônibus para seus passageiros das linhas do Centro do Rio. Com a carroceria Apache Vip, a empresa segue com a padronização de sua frota com o modelo da paulista CAIO Induscar. A novidade desta remessa fica por conta da adição da suspensão pneumática ao já consagrado chassi Mercedes Benz OF-1721 BlueTec 5, o que proporciona viagem mais silenciosas e maior conforto para os passageiros.

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Além de possuírem ar-condicionado da Spheros, os novos ônibus da Viação Ideal vêm equipados com o novo modelo de vista eletrônica, fabricada pela FRT, que permite uma luminosidade maior, se comparado com os outros modelos fabricados pela FRT.

Os 10 novos ônibus estão circulando entre as linhas 324 (Ribeira x Candelária – via Jardim Guanabara) e 326 (Bancários x Candelária – via Av. Brasil). Outros 15 novos ônibus já foram encomendados e chegarão nos próximos meses.

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